A evolução dos acontecimentos está acelerando de uma forma nunca vista. Isso pode ser notado na convulsão social intermitente pelo mundo todo, tanto quanto pela mudança radical de comportamento dos jovens. Muitas teorias chafurnam na superfície, por burrice ou por simples negação da realidade de que o fator principal de todas estas mudanças atuais e as futuras está sendo regido pela batuta do avanço tecnológico. Em poucas palavras, a computação está revolucionando o mundo.
As relações de trabalho já não tem o mesmo sentido do que antes. As teorias ultrapassadas sobre o valor do trabalho e das forças produtivas não se aplicam mais. O mundo que se descortina apresenta um novo leque de opções de ganhar a vida que nunca antes fora prevista ou imaginada. Milhares de jovens, por exemplo, hoje ganham dinheiro sem sair do quarto, sem produzir aparentemente nada de útil ou material. No passado a produção rentável era sempre ou de materiais físicos ou de serviços diretos objetivos; hoje tudo mudou, e o que é rentável nem sempre é material ou mesmo poderia ser chamado de serviço. E há uma explosão silenciosa de mercado consumidor em áreas onde a crítica profissional nem consegue ver. As análises, há algum tempo respeitadas, sobre o mercado de trabalho, se tornaram completamente obsoletas, e aqueles que se apegam ainda a estas teses mortas estão condenadas a viver num mundo paralelo, atrasado, eternamente estacionado numa visão de escassez e pensamentos medíocres.
Uma das características do ser humano é sua dificuldade em abranger o todo, definhado que está por seu foco individual nas suas necessidades imediatas. O mundo muda mas as cabeças tem dificuldades de visionar o resultado destas mudanças. Apesar de todos conviverem no mesmo tempo, grande parte vive uma realidade muito limitada por suas convicções que já não tem espaço no agora. Estes que tapam os olhos para o novo, vivem ainda em tempos passados e sofrem diariamente sob essa visão, comportando-se de forma anácrona com suas atuais e reais possibilidades. As possibilidades hoje são infinitamente mais promissoras do que jamais foram, mas estes míopes nauseabundos ainda choram por problemas que nem existem mais. Várias sociedades convivem hoje em paralelo no mesmo lugar. Umas atrasadas, outras avançadas. O indivíduo escolhe em qual delas deseja viver, de acordo com sua capacidade de enxergá-las.
Não adianta, de forma arrogante, impor sua visão de mundo; sua visão não é nada. Enquanto escrevo estas linhas, num esforço frustado de condensar a minha própria visão do avanço inenarrável que se apresenta hoje no mundo, existem com certeza visões ainda muito mais avançadas, e eu não posso fazer nada quanto a isso, a não ser correr atrás.
Apesar das visões medíocres chorarem de boca aberta sobre um mundo escasso e opressor, esse berreiro não mudará nada o fato de que outras visões estão surgindo dia a dia e tomando conta de enormes partes da população. E as melhores irão sobrepujar os chorões, e vão se impor como um modo de vida que irá contrariar todas estas teorias do passado. E essa força invisível que atua rumo ao benefício geral, alimentadas pela tecnologia, enterrará de vez a mesquinhez dos espíritos pobrezinhos, choramingões, dos coitadismos bestiais, da ranhentagem, que será enfim encarcerada em grupos cada vez menores de burros renitentes.
As relações de trabalho já não tem o mesmo sentido do que antes. As teorias ultrapassadas sobre o valor do trabalho e das forças produtivas não se aplicam mais. O mundo que se descortina apresenta um novo leque de opções de ganhar a vida que nunca antes fora prevista ou imaginada. Milhares de jovens, por exemplo, hoje ganham dinheiro sem sair do quarto, sem produzir aparentemente nada de útil ou material. No passado a produção rentável era sempre ou de materiais físicos ou de serviços diretos objetivos; hoje tudo mudou, e o que é rentável nem sempre é material ou mesmo poderia ser chamado de serviço. E há uma explosão silenciosa de mercado consumidor em áreas onde a crítica profissional nem consegue ver. As análises, há algum tempo respeitadas, sobre o mercado de trabalho, se tornaram completamente obsoletas, e aqueles que se apegam ainda a estas teses mortas estão condenadas a viver num mundo paralelo, atrasado, eternamente estacionado numa visão de escassez e pensamentos medíocres.
Uma das características do ser humano é sua dificuldade em abranger o todo, definhado que está por seu foco individual nas suas necessidades imediatas. O mundo muda mas as cabeças tem dificuldades de visionar o resultado destas mudanças. Apesar de todos conviverem no mesmo tempo, grande parte vive uma realidade muito limitada por suas convicções que já não tem espaço no agora. Estes que tapam os olhos para o novo, vivem ainda em tempos passados e sofrem diariamente sob essa visão, comportando-se de forma anácrona com suas atuais e reais possibilidades. As possibilidades hoje são infinitamente mais promissoras do que jamais foram, mas estes míopes nauseabundos ainda choram por problemas que nem existem mais. Várias sociedades convivem hoje em paralelo no mesmo lugar. Umas atrasadas, outras avançadas. O indivíduo escolhe em qual delas deseja viver, de acordo com sua capacidade de enxergá-las.
Não adianta, de forma arrogante, impor sua visão de mundo; sua visão não é nada. Enquanto escrevo estas linhas, num esforço frustado de condensar a minha própria visão do avanço inenarrável que se apresenta hoje no mundo, existem com certeza visões ainda muito mais avançadas, e eu não posso fazer nada quanto a isso, a não ser correr atrás.
Apesar das visões medíocres chorarem de boca aberta sobre um mundo escasso e opressor, esse berreiro não mudará nada o fato de que outras visões estão surgindo dia a dia e tomando conta de enormes partes da população. E as melhores irão sobrepujar os chorões, e vão se impor como um modo de vida que irá contrariar todas estas teorias do passado. E essa força invisível que atua rumo ao benefício geral, alimentadas pela tecnologia, enterrará de vez a mesquinhez dos espíritos pobrezinhos, choramingões, dos coitadismos bestiais, da ranhentagem, que será enfim encarcerada em grupos cada vez menores de burros renitentes.
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