O inevitável sofrimento pelo qual devemos passar não é removido nem pela fé nem pelo esforço. Aqueles que sabem disse e se conformam são mais bem aventurados do que os escandalosos. Quando o "eu" percebe a irremediável miséria do corpo, liberta-se de si mesmo, e vive desapegado, serenamente junto ao senhor supremo.
O sofrimento interior vem em lufadas intermitentes. Escolho ações para, na sua execução, o sofrimento amenizar sua fúria. Percebo que muitas vezes o sofrimento está ligado ao passado ou ao futuro. O jeito então é me recolher no presente.
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