Sob qualquer prisma que se veja o mundo, de forma imparcial e isento de sentimentos, chegamos inevitavelmente à conclusão de que ele é formado de uma realidade dura encoberta por um jogo de ilusões.
Quem carrega e espalha esse jogo de ilusões são as pessoas. Cada qual com uma forte atmosfera em volta que em níveis diversos preenche o espaço entre os relacionamentos dos seres humanos. O instinto animal atua nos bastidores, de forma a causar tensões emocionais irrefreáveis que ditam no mais das vezes os impulsos da ação. A necessidade animal, no fundo, comanda quase tudo. Enquanto que o aparato mental dá razões plausíveis às ações, e justifica ilusões.
As relações humanas são intensas na medida em que dão vazão, de pelo menos um dos lados, à uma necessidade primária essencial e instintiva. O primeiro instinto é o da sobrevivência, e dele decorrem diretamente a necessidade de companhia. Um indivíduo animal sozinho no mundo é vulnerável. O corpo do indivíduo sabe disso, é instintivo. As relações tendem a ser de dois tipos apenas: fique do meu lado e seja meu amigo ou fique distante por ser uma ameaça. A fraternidade universal é uma farsa. Nem mesmo existe uma fraternidade grupal. A luta pelo poder e garantia da sobrevivência, de fundo, é inexorável. Os animais coexistem em paz num equilíbrio de forças. A mesma coisa com os homens. A ilusão ajuda a compensar essa tensão constante. Há dois modos de lidar com isso, relaxar e entrar de cabeça na ilusão do conforto de suas pretensas forças, ou fortalecer a concentração racional.
Encoberta por esse manto de ilusão a realidade se torna ilusão e a ilusão realidade.
Quem carrega e espalha esse jogo de ilusões são as pessoas. Cada qual com uma forte atmosfera em volta que em níveis diversos preenche o espaço entre os relacionamentos dos seres humanos. O instinto animal atua nos bastidores, de forma a causar tensões emocionais irrefreáveis que ditam no mais das vezes os impulsos da ação. A necessidade animal, no fundo, comanda quase tudo. Enquanto que o aparato mental dá razões plausíveis às ações, e justifica ilusões.
As relações humanas são intensas na medida em que dão vazão, de pelo menos um dos lados, à uma necessidade primária essencial e instintiva. O primeiro instinto é o da sobrevivência, e dele decorrem diretamente a necessidade de companhia. Um indivíduo animal sozinho no mundo é vulnerável. O corpo do indivíduo sabe disso, é instintivo. As relações tendem a ser de dois tipos apenas: fique do meu lado e seja meu amigo ou fique distante por ser uma ameaça. A fraternidade universal é uma farsa. Nem mesmo existe uma fraternidade grupal. A luta pelo poder e garantia da sobrevivência, de fundo, é inexorável. Os animais coexistem em paz num equilíbrio de forças. A mesma coisa com os homens. A ilusão ajuda a compensar essa tensão constante. Há dois modos de lidar com isso, relaxar e entrar de cabeça na ilusão do conforto de suas pretensas forças, ou fortalecer a concentração racional.
Encoberta por esse manto de ilusão a realidade se torna ilusão e a ilusão realidade.
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