Moral é discernimento. Sem um, não temos o outro. É necessário ter moral para ter um discernimento, pois a imoralidade não diferencia o bem do mal. Para quem entende, poucas palavras bastam. E é bom que seja assim. Se demora pra entender um recado tão simples, não terá inteligência suficiente para entender um mais complexo. E o recado é o seguinte: moral é a apercepção transcendental do bem e do mal.
De todos os conhecimentos fundamentais do ser humano, o mais importante é discernir claramente o bem do mal. E também que o mal deve ser evitado a todo custo. Dessa feita, podemos então supor um ser humano de verdade. A liberdade é essencial ao ser humano, mas até que ponto? Não seria antes uma necessidade maior ter inteligência? A inteligência não seria, por acaso, o resultado de uma moral que permite que ela, a inteligência, emerja? Se a priori existe um conjunto moral inabalável então uma inteligência moral surgirá, isso é óbvio. Porque se a pessoa tem uma moral ela tem um norteamento de seus atos. E isso é fundamental para permanecer num estado de paz, do qual então a inteligência emerge. A paz mental é o estado necessário e suficiente próprio para o surgimento de uma ideia - que é uma partícula de inteligência. A agregação à posteriori desse conjunto de múltiplas partículas de inteligência - sustentadas por uma moral - age diretamente nos atos da pessoa. Esse agora conjunto unido de partículas se interagem dando por fim como resultado uma ação correta. Que beneficie o sujeito e nunca - ou quase nunca - o prejudique. O que temos evidente e corriqueiramente verificável é que pessoas que não possuem moral geralmente são pouco inteligentes! Resumimos: o que mais importa no ser humano é a inteligência, repito, que é o resultado de um fundo moral inabalável, sem este não seria inteligente. Só um exemplo: não matarás! Esse conceito moral, codificado nesta célebre frase, não é uma ordem, é como já disse, um conceito moral. Não matarás não é uma ordem peremptória, literal e autoritária. Não matarás significa que o sujeito deve evitar ao máximo matar outro ser humano. Isso quer dizer que todo o esforço será para evitar essa tragédia... desde que não ameace a vida de outros. Não tem como medir exatamente quais são as situações onde matar é permitido. Por isso que não matarás é apenas um conceito geral, que abrange qualquer situação onde esse conceito seja aplicado ou vivido. Não quer dizer que os conceitos morais sejam relativos, muito pelo contrário, sua infração acarreta um alto prejuízo ao infrator, seja a nível físico direto ou à identidade da pessoa. Mas eles não são absolutos também, seu uso quem vai decidir é o sujeito, responsável pelas consequências de seus atos.
Qual é o valor das coisas para você? O que vale mais? Um automóvel uma grande viagem? O valor é individual. Somente a pessoa sabe o valor que as coisas tem para ela. Esse conceito de valor pessoal é irrefutável. Podemos comprovar por evidências infinitas que cada pessoa tem seus próprios valores, e esses valores nem sempre são o mesmo para outras pessoas, ou até mesmo que não há alguém com exatamente os mesmos valores de outro. Cada um tem seus próprios valores. É claro que esses valores estarão também atrelados à moral intrínseca do sujeito. E sabendo que os valores de cada são evidentes nos seus atos, deduzimos que aquilo à que ele dá valor nos mostrará sua moral. Não de forma mediata, e sim de forma imediata. Já no ato se conclui a moral do sujeito.
De todos os conhecimentos fundamentais do ser humano, o mais importante é discernir claramente o bem do mal. E também que o mal deve ser evitado a todo custo. Dessa feita, podemos então supor um ser humano de verdade. A liberdade é essencial ao ser humano, mas até que ponto? Não seria antes uma necessidade maior ter inteligência? A inteligência não seria, por acaso, o resultado de uma moral que permite que ela, a inteligência, emerja? Se a priori existe um conjunto moral inabalável então uma inteligência moral surgirá, isso é óbvio. Porque se a pessoa tem uma moral ela tem um norteamento de seus atos. E isso é fundamental para permanecer num estado de paz, do qual então a inteligência emerge. A paz mental é o estado necessário e suficiente próprio para o surgimento de uma ideia - que é uma partícula de inteligência. A agregação à posteriori desse conjunto de múltiplas partículas de inteligência - sustentadas por uma moral - age diretamente nos atos da pessoa. Esse agora conjunto unido de partículas se interagem dando por fim como resultado uma ação correta. Que beneficie o sujeito e nunca - ou quase nunca - o prejudique. O que temos evidente e corriqueiramente verificável é que pessoas que não possuem moral geralmente são pouco inteligentes! Resumimos: o que mais importa no ser humano é a inteligência, repito, que é o resultado de um fundo moral inabalável, sem este não seria inteligente. Só um exemplo: não matarás! Esse conceito moral, codificado nesta célebre frase, não é uma ordem, é como já disse, um conceito moral. Não matarás não é uma ordem peremptória, literal e autoritária. Não matarás significa que o sujeito deve evitar ao máximo matar outro ser humano. Isso quer dizer que todo o esforço será para evitar essa tragédia... desde que não ameace a vida de outros. Não tem como medir exatamente quais são as situações onde matar é permitido. Por isso que não matarás é apenas um conceito geral, que abrange qualquer situação onde esse conceito seja aplicado ou vivido. Não quer dizer que os conceitos morais sejam relativos, muito pelo contrário, sua infração acarreta um alto prejuízo ao infrator, seja a nível físico direto ou à identidade da pessoa. Mas eles não são absolutos também, seu uso quem vai decidir é o sujeito, responsável pelas consequências de seus atos.
Qual é o valor das coisas para você? O que vale mais? Um automóvel uma grande viagem? O valor é individual. Somente a pessoa sabe o valor que as coisas tem para ela. Esse conceito de valor pessoal é irrefutável. Podemos comprovar por evidências infinitas que cada pessoa tem seus próprios valores, e esses valores nem sempre são o mesmo para outras pessoas, ou até mesmo que não há alguém com exatamente os mesmos valores de outro. Cada um tem seus próprios valores. É claro que esses valores estarão também atrelados à moral intrínseca do sujeito. E sabendo que os valores de cada são evidentes nos seus atos, deduzimos que aquilo à que ele dá valor nos mostrará sua moral. Não de forma mediata, e sim de forma imediata. Já no ato se conclui a moral do sujeito.
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