Há muitos anos que estudo o principal problema do ser humano: a
burrice. A burrice não é algo necessariamente maligno, apesar de
ser responsável pelo atraso do indivíduo. A burrice é uma
preguiça de pensar. A pessoa logo na infância adquire um
comportamento na vida passando sempre ao largo de toda atividade
que necessite pensar. Uma paixão pelas coisas do mundo que as
impede de se interessar por sutilezas. O enlevo do pensamento,
por sua vez, é justamente a experiência transcendente a qual o
burro sente repulsa. O burro só conversa de coisas do mundo. Seus
pensamentos giram em torno de coisas, pessoas e o seus
relacionamentos. Seus princípios são baseados na tradição. O
burro não consegue raciocinar sobre seus próprios princípios,
afinal de contas dá preguiça. Muitas vezes são bons contadores de
estórias, que exigem apenas a memória, sem complexidades e
raciocínio. O raciocínio é uma cadeia de lembranças que se ligam
através de regras. O burro lembra apenas de cadeias enlaçadas por
similaridade ou ligações emocionais. O mundo do burro gira em
torno de si mesmo, ele nunca alça voo, fica enterrado em seu
mundo pequeno, de emoções baratas. O burro imita, ele não cria
nada, só imita. O burro não se importa em ser burro. É burro com
prazer. Reclama apenas quando a carga é muita. Um país de burros
é ótimo para o governo.
burrice. A burrice não é algo necessariamente maligno, apesar de
ser responsável pelo atraso do indivíduo. A burrice é uma
preguiça de pensar. A pessoa logo na infância adquire um
comportamento na vida passando sempre ao largo de toda atividade
que necessite pensar. Uma paixão pelas coisas do mundo que as
impede de se interessar por sutilezas. O enlevo do pensamento,
por sua vez, é justamente a experiência transcendente a qual o
burro sente repulsa. O burro só conversa de coisas do mundo. Seus
pensamentos giram em torno de coisas, pessoas e o seus
relacionamentos. Seus princípios são baseados na tradição. O
burro não consegue raciocinar sobre seus próprios princípios,
afinal de contas dá preguiça. Muitas vezes são bons contadores de
estórias, que exigem apenas a memória, sem complexidades e
raciocínio. O raciocínio é uma cadeia de lembranças que se ligam
através de regras. O burro lembra apenas de cadeias enlaçadas por
similaridade ou ligações emocionais. O mundo do burro gira em
torno de si mesmo, ele nunca alça voo, fica enterrado em seu
mundo pequeno, de emoções baratas. O burro imita, ele não cria
nada, só imita. O burro não se importa em ser burro. É burro com
prazer. Reclama apenas quando a carga é muita. Um país de burros
é ótimo para o governo.
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