A última coisa a se dar para um texto é o título. Se fizer invertido, ficará escravo do título. E escrever escravizado é chato às vezes. O texto escrito sem prévia tematização sai mais espontâneo. E o título então passa a ser somente o fecho, pois não sabe-se o que escrever até o instante que o escrito é escrito. Então o texto faz-se a si mesmo de uma forma mais prazerosa. Afinal, a coisa mais útil a se fazer com um texto, escrevendo, é ter prazer, ora bolas!
Eu tenho uma reclamação a fazer. Não consigo dar o "tab" do início do parágrafo. Isso me irrita, então para amenizar a situação decidi não dar mais espaços à esquerda no início dos parágrafos. E foda-se!
O que que um texto gostoso de se comer tem para ser gostoso assim?
Um ingrediente é o amor, outro direção e por fim satisfação. Estes três ingredientes é que fazem um texto ser gostoso.
Pode-se escrever o que se queira escrever. Se por exemplo algo estiver muito sério ou muito louco, o que importa sempre é a dosagem. Amor de quem lê, sem essa admiração, o texto seca, vira sertão.
Direção porque ninguém tem tempo a perder, nem escrevendo nem lendo. Então a exploração do texto tem que almejar um conhecimento de proveito. Que aponte para um determinado problema mostrando a solução. Esse direcionamento para aquilo que Platão chamava de sumo bem.
E por fim satisfação. Que sem esta nada tem valor.
A quem importa um escritor?
O leitor.
O leitor é o alvo, a meta, a direção. O amor, e a satisfação!
Eu tenho uma reclamação a fazer. Não consigo dar o "tab" do início do parágrafo. Isso me irrita, então para amenizar a situação decidi não dar mais espaços à esquerda no início dos parágrafos. E foda-se!
O que que um texto gostoso de se comer tem para ser gostoso assim?
Um ingrediente é o amor, outro direção e por fim satisfação. Estes três ingredientes é que fazem um texto ser gostoso.
Pode-se escrever o que se queira escrever. Se por exemplo algo estiver muito sério ou muito louco, o que importa sempre é a dosagem. Amor de quem lê, sem essa admiração, o texto seca, vira sertão.
Direção porque ninguém tem tempo a perder, nem escrevendo nem lendo. Então a exploração do texto tem que almejar um conhecimento de proveito. Que aponte para um determinado problema mostrando a solução. Esse direcionamento para aquilo que Platão chamava de sumo bem.
E por fim satisfação. Que sem esta nada tem valor.
A quem importa um escritor?
O leitor.
O leitor é o alvo, a meta, a direção. O amor, e a satisfação!
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