Você não leva seu cão ao veterinário chutando-o. É contraproducente. Da mesma forma toda a ação não pode ser feita de qualquer jeito, tem que ser do jeito certo. Senão não funciona. Só isso, não precisa falar mais no assunto.
Então o que podes ter é critério. Necessita de critério. Agora, dentro de cada critério tem um indivíduo que o tem. Pois o critério é fruto do homem, portanto antes vem o homem. Depois o critério, ele mesmo, em si mesmo. Cuidai então, primeiro, da sua conduta moral. O critério é sempre moral, enseja todo o sentido que o homem dá à vida. O sentido, por sua vez, é particular, cada um tem um, e não tem dois iguais. O sentido é o valor que a pessoa dá a alguma coisa. Disso compreendemos que a moral tem valores que lhe associam. O valor que a pessoa dá a alguma coisa demonstra sua moral. Quanto mais elevada a moral menos preocupação com a realidade. Em outras palavras, o apego material demonstra factualmente quais são as maiores e menores preocupações de um ser humano. É diferente ter bens materiais e não se preocupar com eles, tratando-os apenas como fruto do trabalho, do que confundir o valor daquilo que interessa muito mais.
Muitos voltam a face para um Deus, buscando uma moral elevada por meios místicos. Essa moral, no entanto, é falsa. Não é um Deus imaginário que vai me dizer o que devo fazer ou não fazer no plano real, muito menos no plano moral. O único Deus que eu reconheço sou eu mesmo. E mais nenhum. Porque sou eu o agir e o pensar. Assisto tudo de camarote o que acontece comigo, durante toda minha vida. Então só pode este mesmo ser o juiz das minhas ações. Este juiz de mim mesmo sou eu. Sou juiz e réu ao mesmo tempo. Sou um. Um indivíduo. Livre para moldar sua moral de acordo com sua própria experiência de vida. Esse Deus de que tanto falam é cada indivíduo da face da Terra. Cada um é Deus de si mesmo. E não adianta colar. Se tentar pegar uma moral escrita, fazendo-a escudo contra sua própria imoralidade, a primeira delas, a mentira, será réu de si mesmo no dia que a mentira descer seu véu. Então quando vir que tudo aquilo era apenas engana trouxas, nesse momento fatídico vai entender.
Então o que podes ter é critério. Necessita de critério. Agora, dentro de cada critério tem um indivíduo que o tem. Pois o critério é fruto do homem, portanto antes vem o homem. Depois o critério, ele mesmo, em si mesmo. Cuidai então, primeiro, da sua conduta moral. O critério é sempre moral, enseja todo o sentido que o homem dá à vida. O sentido, por sua vez, é particular, cada um tem um, e não tem dois iguais. O sentido é o valor que a pessoa dá a alguma coisa. Disso compreendemos que a moral tem valores que lhe associam. O valor que a pessoa dá a alguma coisa demonstra sua moral. Quanto mais elevada a moral menos preocupação com a realidade. Em outras palavras, o apego material demonstra factualmente quais são as maiores e menores preocupações de um ser humano. É diferente ter bens materiais e não se preocupar com eles, tratando-os apenas como fruto do trabalho, do que confundir o valor daquilo que interessa muito mais.
Muitos voltam a face para um Deus, buscando uma moral elevada por meios místicos. Essa moral, no entanto, é falsa. Não é um Deus imaginário que vai me dizer o que devo fazer ou não fazer no plano real, muito menos no plano moral. O único Deus que eu reconheço sou eu mesmo. E mais nenhum. Porque sou eu o agir e o pensar. Assisto tudo de camarote o que acontece comigo, durante toda minha vida. Então só pode este mesmo ser o juiz das minhas ações. Este juiz de mim mesmo sou eu. Sou juiz e réu ao mesmo tempo. Sou um. Um indivíduo. Livre para moldar sua moral de acordo com sua própria experiência de vida. Esse Deus de que tanto falam é cada indivíduo da face da Terra. Cada um é Deus de si mesmo. E não adianta colar. Se tentar pegar uma moral escrita, fazendo-a escudo contra sua própria imoralidade, a primeira delas, a mentira, será réu de si mesmo no dia que a mentira descer seu véu. Então quando vir que tudo aquilo era apenas engana trouxas, nesse momento fatídico vai entender.
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